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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Homem Grande Demais

Acabo de ler, em letras grandes de título:
 ÁREA URBANIZADA DO PLANETA TRIPLICOU EM 14 ANOS. 

O que significa tal? Significa que a área com construção humana triplicou e ocupa agora - embora pareça pouco, é bastante - 0,6% da Terra. O mais preocupante é reparar que, aliado a este aumento, veio também uma diminuição da percentagem de zonas de cultivo e locais com árvore. Este é o resultado de um estudo recente da FAO (Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas), que após reunidos vários mapas por satélite concluiu os dados referidos.


O tema tilintou tanto na minha cabeça que tive de o partilhar, de dar um novo olhar a cada um que por aqui passa e é, também, agente ativo. É necessário um reordenamento rápido, atitudes inteligentes e uma cabeça verde: afinal, segundo estimativas, a produção de alimentos tem a obrigação de crescer 60% até 2050, tendo em conta o incremento da população atualmente sentido, o que se torna complicado com estas descidas no cultivo.
Assustador mas verdadeiro.
( Fonte: AQUI. )

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Should we eat Bugs?

Quanto mais temos de estudar, mais nos parece importante tudo o que nos rodeia. E admito - é muitas vezes nestas alturas que arranjo motivação para as coisas mais estapafúrdias. Mas hoje, numa das minhas viagens de descanso ao maravilhoso mundo do TED encontrei um vídeo informativo que me deixou realmente em estado de ponderação: devemos comer insectos?

(O vídeo é extremamente interessante e bem construído. Vê-se muito rapidamente e sem cansar, ganhando-se 5 minutos de conhecimento.)

Bater com a cabeça ao relembrar que os nossos ancestrais, seres bem saudáveis, comiam estes bichinhos que agora achamos nojentos fez-me abrir melhor o olho. Sabias que os romanos antigos viam as larvas como iguarias de altíssima classe? E os percevejos, crocantes e picantes - só os Reis comiam! Porém, a entrada da agricultura nos nossos hábitos de subsidência mascarou estes pobres animais como pestes destruidoras, sugadores de sangue e mil patas nojentas. Mudaram-se os hábitos, as culturas, e a heterogeneidade tornou cada vez mais as sociedades desenvolvidas afastadas dos seus hábitos primários. Porém, mesmo assim, hoje são consumidas mais de 2000 espécies de insectos por todo o mundo! E defeitos para eles? Poucos há: são nutricionalmente ótimos para o organismo, sendo fontes de proteína e ferro riquíssimas, ainda melhores que um bom bife de vaca; o impacto ambiental no metano e destruição de habitats é muito mais reduzido; a variação de espécies e sabores é imensa. Decorrem mesmo actualmente estudos que estão a tentar confirmar como uma dieta em insetos é mais rica e saudável que uma dieta em carnes/peixe.

  

Se pensarmos no que nos (me) impede de comer estes bichos... pensamos nas pernas, nas asas, no som crocante e repugnante na nossa boca. Mas sendo assim: onde ficam os lagostins, que também já foram espécies desvalorizadas? E o camarão? Descobre mais no vídeo acima sobre o assunto e abre a pestana também.

 A minha mente mudou um bocadinho e espero nesta vida experimentar pratos 
 de todo o género. E tu? 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Somos Neutros em Carbono

 Sabias que um blogue produz quase 3,6 kg 
 de dióxido de carbono por ano? 

Desta forma, digo com orgulho que o One And One Million é neutro de Carbono. E porquê? Porque estamos a divulgar uma campanha sem fins lucrativos da Guiato - uma startup que visa promover a sustentabilidade através do meio digital. O desafio inicial é plantar 500 árvores - uma por cada blogue que divulgue a campanha - em prol da diminuição do impacto ambiental gerado pela sociedade. Após conquistar a parceria de 500 sites / blogues lançar-se-à um desafio ainda maior: plantar 1.000 árvores nativas no Brasil e, para isso, é preciso a participação de 1.000 sites / blogues.


Com orgulho repito:
 O meu blogue é neutro em CO2; neutraliza o teu também. AQUI! 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

É o bichinho herói!

 (A publicação é longa, mas de extrema importância ler.) 


De televisão ligada, ouço no telejornal uma notícia sobre a recusa aos antibióticos. E a verdade é que...  RECUSEM-NOS ! Pareço uma super mãe galinha, a falar sobre os problemas que estes medicamentos fortes têm, aquela gota de preocupação a cair da testa, mas o problema não é assim tão pequeno que não deixe um pedaço de susto no coração (um pedaço grande).

Porque, a quem não conhece, apresentem-se as batérias - pequenos seres, invisíveis ao olho nu humano, que mexem e remexem em todos os cantos do nosso mundo. Alguns, permitem a nossa sobrevivência e existem aos milhares de milhão no nosso organismo, nos nossos alimentos, na nossa vida. Outros, são pequenos seres malévolos. Mas todos têm um ponto em comum: por mais pequenos que sejam, têm um poder de resistência muito assustador. E tal aplica-se aos antibióticos. Os antibióticos, de um modo muito geral, foram formulados para matar estas famílias más de batérias que nos infestam. Quando apareceram, as infecções (principal causa de morte mundial) decresceram totalmente, sendo hoje uma pequena causa para o óbito. Foi a época de ouro: a cada pequena doença, lá se ia à farmácia pedir o medicamente milagroso e voilá, que já se ficava tão bem. Até... os efeitos reverterem. O medicamente milagroso, com as gerações ou mesmo na própria deixava de atuar, a pessoa mantinha a doença mas, num piscar de olhos, ia buscar mais um antibiótico e tudo bem. O que se começou a descobrir é que estes pequenos seres são como - de uma maneira bem divertida - desportistas inicialmente preguiçosos: levam com esforço em cima e morrem, caem no chão, rastejam, desistem. Mas a cada dose de esforço, quem não ganha músculo? Quem não adapta o seu corpo? Então, a cada dose de um determinado composto químico específico, as batérias começaram a adaptar-se, cada vez mais, até os efeitos de tal já nada realizarem: muitas vezes, até fortificarem as suas consequências negativas no organismo.


Em suma, os estudos científicos foram claros na conclusão assustadora cada vez mais debatida:  se num momento descobrimos a cura milagrosa para uma doença infecciosa, noutro já essa mesma cura deixa de o ser.  E as soluções? Desaparecem. Ironia das ironias, já houve um caso polémico de um homem com uma batéria resistente... A TUDO! A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem em mãos um problema assustador. Estamos a fortalecer, muitas vezes, um mundo demasiado pequeno mas, pelo que parece, muito mais inteligente que nós.

Parte de nós combater o avanço destes pequenos heróis vilões:
evita os antibióticos, tomando-os
apenas em caso de NECESSIDADE EXTREMA.
Ou, dentro de ti, estarás a criar um pequeno herói vilão cada vez maior.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Uma Questão Mais que Animal... diria Humana!

Nos últimos anos sinto que o meu contacto com o vegetarianismo expandiu-se bastante: tanto no mundo blogueiro como no meu mundo quotidiano, foram várias as pessoas que demonstraram o seu amor aos produtos vegetais. No meu sincero íntimo, perguntei-me várias vezes: porquê? Cá em casa há criação de galinhas, já houve de coelhos, e nesta vida humilde e em paz com os pobres animais, nunca me senti a desrespeitar a sua natureza, pelo que o meu amor por refeições de carne, leite e ovos nunca teve pontos que o deitassem abaixo. A minha mãe sempre tratou da morte dos pequenos animais, algo rápido e pouco doloroso (diria, numa linguagem que desta forma parece fria demais mas não com tal intenção). Então sublinhava a minha pergunta: porquê, porquê, porquê?

  

A meu ver, pelo menos pelo verificado em casa, cada um apenas seguia o seu destino na alimentação, do modo mais correto. Porém, há umas horas atrás, tudo mudou um pouco com uma publicação virtual que li: com ela, não digo que correrei a alterar o meu regime alimentar; acho isso pouco provável, sendo eu apreciadora nata de carne e pouco consumidora de vegetais em massa. Mas fiquei triste, realmente triste.
A publicação que li deu, talvez, um pouco de entendimento à minha questão. Percebi que as questões envolvidas nesta escolha talvez não fossem puramente uma mania de cada um, uma questão de dietas mais ou menos saudáveis... que tem, como sempre, uma quanta parte de relação à atitude cruel do Homem. Percebi com esta publicação que as práticas morais da minha mãe, que tanto me pareciam naturais à alimentação, passam ao absurdo quando outras mãos humanas se apoderam dos animais e os torturam, simplesmente. Percebi isso com estremecimentos a declarações como estas, chocantes e assustadoras (não aconselho o vídeo nem as declarações a quem for mais sensível):



"Uma vez eu levei a minha faca – afiada o suficiente – e cortei a ponta do
nariz de um porco, como um pedaço de mortadela. O porco foi à loucura por
alguns segundos. Em seguida, ele apenas ficou lá olhando, como um estúpido.
Daí, eu peguei um punhado de sal e salmoura e triturei em seu nariz. Aí sim,
o porco realmente enlouqueceu, esfregando o nariz em todo o lugar. Eu ainda
tinha um monte de sal na minha mão – estava usando uma luva de borracha – e
eu enfiei o sal no rabo do porco. O pobre do porco não sabia o que fazer.”
.
“Eu já arrastei vacas até que seus ossos começassem a quebrar, enquanto
elas ainda estavam vivas. Quando as estou trazendo até o canto e elas
ficam presas na porta de entrada, puxo até que sua pele seja rasgada, até
que o sangue escorra no concreto e ferro. Quebro suas pernas…. E a vaca chora
com sua língua pendurada. Eles puxam os animais até que seus pescoços quebrem.”
(MAIS AQUI.)

Não consigo colocar mais nada aqui. Mais nenhum dos testemunhos que li. Preenche-me neste momento uma tristeza enorme, um sofrimento íntimo pela crueldade do mundo. Um pesar de sofrimento e vergonha por uma raça que não sabe prezar a vida, as vidas. Só penso.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Alimenta um Patudo com um Clique!

Quando encontrei a campanha, fiquei maravilhada: é conhecido o meu amor por animais, pelos seus corações que nunca nos largam de modo fiel, e qualquer campanha que me pareça humilde para os ajudar seduz-me. Esta campanha é, por isso, das mais bonitas que vi.


O OLX abraçou esta causa nobre, de alimentar cerca de 236 animais com ração suficiente para 3 meses. Começou no dia 1 deste mês e acaba a 25, e por cada 1000 Likes num animal, ele recebe a ração. Tudo o que tens de fazer é seguir o link abaixo e alimentar o bicho pretendido. Podes alimentar mais do que um, não sei, mas eu tentei. Partilha esta causa!

E se está calor...

...a Coca Cola quer-se fresca!


Foi com este intuito que a Coca-Cola decidiu criar uma garrafa totalmente constituída por gelo, inovadora e sem impacto ambiental, rodeada por uma pulseira que impede o contacto pele-gelo. Achei surpreendente e não pude deixar de partilhar. Espreita, apesar de ainda ser exclusivo das praias de Cartagena:


sábado, 6 de abril de 2013

Fica a Dica:







Para
 panquecas sempre perfeitas 
porque não aproveitar um recipiente por usar?
Os recipientes de molhos são fantásticos para tal. Aproveitem o que têm à vossa volta.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Amplificar o Verde

Sou da geração e mentalidade do Verde, e como tal, tudo o que tenha a ver com o assunto é algo que me fascina imenso. Desta feita, venho partilhar a última inovação de que tive conhecimento:
 um amplificador para iPhone totalmente reciclado! 


Não tenho iPhone, mas fica a questão: queres ouvir a tua super, hiper, mega, bombástica música mais alto mas não queres gastar um dinheirão por um amplificador?
Por perto de 6€ podes comprar um «Eco-Amp», super verde e super fashão. E desengane-se quem pensa que isto é apenas uma engenhoca sem sentido: das opiniões que li funciona, e muito bem. Acaba mesmo por ser assustador o modo como um pedaço de cartão amplifica tão eficazmente o som.
Quando comprado, o produto vem espalmado e é só seguir os vários vídeos que já existem com o passo-a-passo e - voilá! - fica feito. A desvantagem fica, como seria de esperar, para a empresa... pois sendo um produto tão «faça você mesmo» é simples encontrar tutoriais a explicar como fazer, sem gastar tantas moedas, o nosso próprio pequeno cone amplificador.



Link do Eco-Made: AQUI