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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Clean Mind

Ontem fui para Abrantes, a terra do G., passar o Dia dos Namorados. Durante a noite, sentada na esplanada de um café, com o Tejo mesmo à frente e envolvida no som alegre da bebida, deparei-me num momento silencioso. Longe de casa, longe do meu mundo, perto de quem amo e envolvida naquele aroma carinhoso, sentir a minha cabeça vazia de todos os problemas que me abalam e me tornam depressiva ultimamente foi um prazer enorme. Sabem aquela sensação de limpeza de mente? Em que tudo em nós soa puro e coordenado, em que a cabeça paira leve com a vida? Senti-me assim. Feliz; a Daniela de outrora que fascinava mil pessoas e amigos com um sorriso espontâneo. Preciso disso, de fugir de meio mundo e estabilizar-me, estudar com amor, e sei que há que o conseguir. Força.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Falemos do Santo das Flechas!

Dia 14 aproxima-se e vejo-me num emaranhado de dúvidas quanto ao que fazer para tornar o meu encontro com o G. um pouco mais mágico. Não considero que a data seja uma obrigação mas... que sabe bem, sabe, não sabe?

 E sem dúvida que um sentimento bom nos invade sempre que fazemos algo com amor. 

4. Fotomontagem; 5. Protector de Copo de Café; 6. Planta do Amor.

Assim, questiono-me se trazes no peito ideias. Se não, decidi fazer uma colectânea de algumas sugestões que podem ajudar o coração a indicar o que realizar. Para mais informação, clica no link da legenda.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Tropeçar no Início

Não comecei o ano como queria. Não comecei com aquele espírito tão típico meu em que inspiro fundo, fecho os olhos e peço rapidamente 12 desejos acompanhados de 12 uvas passas. Nem tão pouco pedi desejos; nem tão pouco comi uvas passas. Não fechei os olhos. Após as 12 badaladas, ainda mais dia 1 me trouxe de triste: veio uma noite estragada, uma dor de barriga enorme, uma rouquidão extrema e dores de garganta grandes. Queria beber e não podia, queria dançar e não podia, queria sentar-me e não podia. Vim para casa, contra todo o esforço que fiz por aquela dor passar, arrastando comigo o G.. Vieram palavras tocadas de álcool, amargas, chatices e amuos, dores e mil coisas que uma noite de novo ano não pede. Não comecei o ano, nem de perto nem de longe, como queria.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Vai o Velho, Fica o Novo


Não passei por cá para desejar um Feliz Natal, mas espero que tenha sido maravilhoso. No entanto, desejo a todos uma entrada com pé direito no novo ano que se avizinha: entre os mil estudos que tenho, os 8 exames em 2 únicas semanas que me esperam, consegui fugir por 3 dias e vou ter umas mini férias com quem o coração já sentia muita saudade. Que venha Nazaré, fogo de artifício e bons desejos!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Voltei e Ups... Toda a Gente Sabe!

Voltei no sábado e só queria regressar. Foram várias as manhãs que acordei, com a quase certeza de que estava na minha cama em casa e, quando olhava para o lado e via o G. sentia-me somente no paraíso. Mas agora voltou tudo: a distância, a saudade, as zangas e preconceitos. Os meus pais não quiseram contar a ninguém da minha semana fora e andaram a inventar outras histórias, para encobrir... porém, como tudo nos dias de hoje, uma foto publicada pelo G. inocentemente já denunciou tudo. Não me preocupei minimamente, na verdade. Começo a habituar-me mas incomodou-me o modo frustrado como a minha mãe disse «Já toda a gente sabe que estives-te na Rocha com ele.» e como as minhas tias comentavam uma vida que já não entendem. Valeu-me uma prima minha, já casada, que apenas disse: «Não ligues. É tudo parolada, pequena. Vive.». E assim seguirei. Até porque, depois de ouvir palavras de familiares que criticavam paixões vivas e fogosas, agradeci ao meu pequeno coração mais que apaixonado pela força que tem.

domingo, 21 de julho de 2013

11 Meses


São hoje 11 meses!
Longe de ti pela distância, perto pelo coração. Meses de lágrimas, de sorrisos, de provas, de uniões que muitos nunca entenderiam. Meses de lutas contra correntes, de noites sozinhos, de pequenos gestos que mudaram o que somos, de esperanças e caminhos unidos. São 11 meses com o melhor homem da minha vida. Amo-te, sempre.

CORAÇÃO FEITO PELO G..

sábado, 20 de julho de 2013

Summer with Love


Quero passar férias com o G., uma semana, bem longe de tudo. Está programado para serem a partir do próximo sábado, mas as coisas andam demasiado complicadas para o meu lado: quando não tens o teu próprio ganho monetário, tudo torna-se mil vezes mais complicado numa relação à distância. Outro fator relevante é que vai haver zanga cá em casa, mais uma vez... como em todas as outras que já passei noites fora com ele. «Não és uma mulher casada, não podes ir passar férias com ele. Era o que mais faltava!», e virão berros e lágrimas, palavras duras e elogios que nada têm de bom. É sempre assim, apesar dos meus 20 anos e quase 1 ano de namoro duro e complicado, por todos os quilómetros que nos separam. Só espero conseguir convencer, pois sei que quando regresso tudo está novamente bem - os pais são assim. Complica-me é o fato de não ter dinheiro quase nenhum, cada vez mais; vou precisar de planos B esta semana.

sábado, 13 de julho de 2013

Questões de Primeira Impressão...

Amanhã o G. vem cá a casa conhecer a família, finalmente. Temos quase 11 meses de namoro, pelo que esta situação é um pouco estranha, principalmente quando eu própria já conheço a família dele à mais de 7 meses, mas assim aconteceu devido a inúmeros problemas sem quê. Ele está todo nervoso e eu nervosa estou também. Porém, o mais engraçado, é a atrapalhação da minha mãe a limpar a casa toda; como ela diz «A primeira impressão conta muito!» e eu rio, rio, rio.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Entre Cereais não se mete a Colher!

G.: A amiga da minha irmã vai pensar que és uma cereal killer.
Eu: Eu não disse nada, escrevi. E sou...
G.: Percebes-te a parte do cereal?
Eu: Percebi!
G.: Então?
Eu: Então?!
G.: Sim, se percebes-te explica, amor.
Eu: Não era só para me rir? Tipo serial... cereal...
G.: Cereal. Sim! Dos Cereais! Minha Chocapic!
Eu: E tu és o meu quê? Se sou tão cor de chocolate tipo Chocapic, tu és... Tu és um Chocapic QUEIMADO!
G.: Crunch!
Eu: Crunch queimado!
G.: Oh, minha Estrelita.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Aqui vou eu!


Vou a escrever esta mesma publicação numa camioneta Rede de Expressos, com destino a Évora. Esperam-me 5h30 de viagem até ao meu destino: a Queima de Évora, com o G.. Volto domingo.

domingo, 2 de junho de 2013

Amar Além...

Hoje acordei, agarrada à camisola de pijama do G., como em todas as manhãs. Porém, acordei de uma noite de arrependimento, de muita asneira anterior; acordei com medo. Levantei-me depois de uma mensagem, e abri o computador sobre as minhas pernas: no Google, escrevi "Sintomas de Amor Obsessivo". É uma palavra pesada, uma atitude um tanto cómica, mas o medo leva-nos a pesquisas parvas no local mais fácil de obter respostas. Não quero jamais ser uma pessoa que ame de modo obsessivo. E depois de muito pensar, sei perfeitamente que não sou nem tenho personalidade para ser alguém assim, principalmente depois de tudo o que o nosso próprio passado nos ensina. Tive medo, deixei-me levar pelo ódio que tenho a esta distância que nos separa e à saudade que acresce a cada dia, deixei subir em mim o ciúme de todo o mundo o poder ter, ao seu sorriso e ao seu olhar, bem mais perto do que eu. Deixei que tudo caísse, não no mundo que odeio, mas sim na pessoa que mais amo. Errei.

  

A minha sorte é, ter comigo, alguém que nas minhas birras abre aqueles braços enormes a rodear um coração gigante. Porque enquanto bati com a cabeça na parede, ele segurou-me com as suas palavras como sempre o faz, tão bem. O meu orgulho, um amor bonito que será não de sempre mas para sempre.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

DIY | Dou-te um Ovo com Amor

Quando nos meus dias criativos e sem preguiça, sou uma pessoa bem lamechas: precisa de muito amor e de dar mais amor ainda. Acredito que tal só acontece quando temos do nosso lado alguém que, apesar de tudo, consideramos o nosso herói, o nosso companheiro e melhor amigo, de quem nos orgulhamos e que se orgulha de nós. Uma das prendas que já fiz ao G., e decido partilhar, é esta:


Na altura, foi uma oferta de Páscoa. Mas acredito que lhe podem atribuir outro significado qualquer e oferecerem tudo com muito amor: um ovo não com gema e clara, mas com muito sentimento lá dentro.
 Partilhem ovos, façam corações quentes entre a vossa cara metade e amigos. Fica a dica! 

sábado, 25 de maio de 2013

Espero, Novamente...


Queria voltar a este momento do dia de hoje, repetidas vezes.
A alegria de te ver chegar, a mão a passar no cabelo, o sorriso já colado no rosto, a tentativa de me mostrar desatenta a mexer no telemóvel... dura, até te ver novamente partir.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O que custa...

O que custa é não te ter, a não ser em palavras tão virtuais e vozes tão metálicas como aquilo que recebo. O que custa é viver mais um dia, mais uma data, em que faria todo o sentido ter tudo aquilo que mais desejo e amo perto de mim... mas tê-lo a 400 quilómetros de distância, pura e dura. O que custa, dói, numa data em que dor não devia existir.
Precisava mesmo de ti.

terça-feira, 21 de maio de 2013

9 Infinitos

Hoje celebra-se mais uma vitória, mais uma felicidade extrema:
 9 meses em que os nossos corações se pertencem. 


Numa história só nossa, construída totalmente por nós, sagra-mo-nos heróis e continuamos a sê-los por, contra todo um mundo de adversidades, conseguirmos manter em nós a luz do que é realmente o amor. Longe de ti, no ardor da tua ausência, no desejo diário e não concretizado do teu corpo, o mundo é um lugar sombrio; e é tantas vezes, infelizmente. Porém, quando os ventos se mudam e me trazem tudo aquilo quanto és, sinto que cada ferida do tempo que sofremos, que choramos e a que rogamos pragas... cada uma dessas feridas é sarada, melhorada, regenerada - é mais uma parte de mim que se torna tua, mais uma parte tua que se torna minha. O mundo tem sido um inimigo que nos afastou, que nos quis apresentar o mais belo e inacreditável sentimento nas mais difíceis condições; mas a ele, apesar de tudo, tenho um agradecimento imenso de me ter trazido o melhor homem do mundo. Aprender a amar teve os seus custos, aprender a depender e a ter alguém dependente das nossas ações mudou cada um dos nossos rumos, mas no final, e não menos importante, criou em mim algo de que me orgulho. São 9 meses de 9 infinitos que serão ao teu lado, onde te digo, meu amor: és o melhor de mim e como te digo, «Tomarei conta de ti.» e este mundo - prometo - vai ser ainda o nosso melhor amigo.

domingo, 19 de maio de 2013

Futebol, Amor e Café

Futebol devia ser união, desportivismo, uma demonstração de que somos livres de escolher e apoiar quem nos cabe adorar. É, para quem adora a bola no campo, um modo de independência e identificação nossa, enquanto indivíduo auto-capaz. Futebol enraiza valores em quem segura a sua glória num cachecol colorido, em quem berra um GOLO como momento único de paragem cardíaca; futebol nasceu para formar em nós o desejo de lutar por quem queremos que nos represente. Futebol não devia ser o que, neste momento, me entristece pelo desrespeito que o ser humano é capaz de guardar. Futebol é, ainda, desporto em campo de jogo; não guerra em campo de batalha. Fica a opinião de quem ainda deseja o melhor de cada clube em cada jogo que esteja a travar.

Futebol não devia ser um motivo que nos cega, atingindo limites em que atinge as próprias opções das pessoas que amas. Atingiu-me, demais.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Ei, coração!

  

Hoje não é Dia de São Valentim para mim. Tenho pena que o vosso esteja para acabar, mas o meu será sábado, com muito amor, sorrisos e abraços quentes - e prendas pelo meio, feitas com todo o nosso carinho. Se custa? Custa. Mas vale a pena.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Chamo-lhe AMOR

É tão bom acordar com as tuas surpresas, após chamadas de mimo sonolento:


«O sofrimento, a dor, a despedida, a perda… São mesmo coisas que não deviam existir. Um amor tão forte… tão forte, mas doloroso. Uma linda novela com o fim desconhecido onde nós próprios somos personagens. Lágrimas, sombras, escuridão, nevoeiro… São mesmo pedras no nosso sapato, de um amor mágico, mas cruel. Mas… Basta pensar em ti. Penso em ti e a minha respiração pára, são instantes completamente sufocantes, onde o tempo estagna e eu permaneço sempre em ti. Lembro-me do desconhecido, do que fiquei a conhecer, da tua pele, do teu cheiro, do sabor dos teus lábios, de quando virámos os dois costas e partimos, tristes e indignados com a vida, porque queríamos mais, muito mais. Somos, digamos, prisioneiros da vida, que não nos quer ligar já com aquilo que o destino nos traçou. Estamos condenados presentemente, porém, amamo-nos loucamente. Somos completamente apaixonados. Arriscamos, damos tudo de nós, toda a nossa força para ultrapassar qualquer obstáculo ou qualquer situação menos boa. Não temos dúvidas do que queremos. Vale-nos de muito a memória, o jeito de como te ris, o teu calor, o teu olhar maroto e também o envergonhado, as coisas mais simples, mas também, mais verdadeiras. O que sinto por ti o que pode ser senão amor? É mesmo amor, eu sinto. Dás-me vida. É contigo que sinto ser quem realmente sou. Enches-me de orgulho. És simplesmente tu, o meu amor. É contigo que quero partilhar todos os momentos da minha vida. Eu amo-te.»
(escrito por G.)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Ser EXEMPLO

Vivo de EXEMPLOS, que são forças extranucleares no nosso mundo. E principalmente pela história de amor que hoje vivo, os EXEMPLOS tornaram-se algo mais do que essencial para uma forcinha extra que tantas vezes faz falta. Devido à minha longa ausência desde Setembro no blogue, que não pude pôr a par o meu mundo virtual quanto a todo o conteúdo do meu coração: da última vez (ver aqui), o medo e a insegurança percorriam-me; pedi opiniões, pedi EXEMPLOS, e cá apareceram eles dando-me muito do que precisava. Contra tanto medo, digo com orgulho que tenho hoje mais de 4 meses de um história difícil que se tem exibido como o mais bonito e puro que conservo em mim.


Viver uma história de amor à distância não é fácil e de certeza que, para quem nunca viveu tal com a intensidade devida, é impossível imaginar o quão não fácil é. São dias, semanas e meses num mar inconstante de ondas, ora acima, ora abaixo, onde medos se misturam com alegrias, onde saudades se misturam com sonhos. É chorar até secarem lágrimas e ter no peito a maior dor do mundo por não poderes abraçar a pessoa que chora por ti a longos quilómetros de distância. É bateres um ecrã plano e desejares, de um modo que arde torturasamente, o toque do corpo que ambicionas. É quereres e não poderes, não agora, nem amanhã, nem depois de amanhã, nem todos os dias. É dor misturada em... amor. Amor esse que - ora deixem-me sorrir - é o mais saudoso e caliente que podem imaginar. São abraços no fim da linha do comboio, beijos carregados de desejo e paragens de tempo constantes por um toque tão ambicionado. São promessas e conversas longas que nos transformaram aos dois de um modo louco. São pequenos pormenores que passam a ter sentido e momentos inacreditáveis de pura sintonia e coincidência de acontecimentos, mesmo a quilómetros de distância. São lembranças a cada encontro, potes de sonhos comuns em post-it coloridos e cartas perfumadas. É esquecer todo o mundo pela pessoa que, em todo o momento, está mais perto de nós do que longe, mesmo estando tão além. É enraizar, de um modo que nem todo o mundo compreende e alguma vez terá capacidade de compreender, confiança, lealdade e amizade, num erotismo único de um amor regido por uma paixão de desejos diários. É conservares-te, para sempre, pela pessoa que amas.

Estou a mais de 200 quilómetros do G.. Em aulas, estamos a cerca de 400 quilómetros.
 E gostava de, pelo o que os EXEMPLOS exercem na força que todos os dias me (nós) é necessária, ser (sermos) EXEMPLO também pelo mundo todo que tem os mesmos medos gigantescos que eu (nós). 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Amor à Distância

Hoje preciso de palavras, preciso de opiniões e corações. Como o título refere, não é difícil atingir o ponto chave de todo este post: eu vivo um amor à distância. Estou dependente, como nunca estive outrora, de um rapaz que se encontra a estudar a 400 km de distância de mim. A nossa relação começou no mês passado, embora toda a nossa aproximação (maioritariamente virtual) já tenha alguns meses; completamos já um mês de namoro. É fácil avaliar que os nossos encontros são bem complicados, e já passamos por desafios e aventuras enormes que viraram grandes provações do que sentiamos um pelo outro. Muitos dizem que o amor não tem distância, não tem tempo; mas quem vive sabe quantas noites foram passadas em chamadas apimentadas de lágrimas, frutos da saudade do beijo, do olhar e do corpo. Orgulho-me de saber que mudei muito por toda esta relação que criei, e orgulho-me ainda mais por saber o quanto mudei a outra pessoa em questão e o quanto sinto o que ela sente. Porque se tal amor dói muito - se dói, minha gente, se dói! - todos os quantos me deram forças me referiram que não há amor mais belo que aquele em que cada pequeno gesto é avaliado e conhecido, cada pequena tristeza é detetada, cada sentimento explosivo se sente em ambos os corpos e cada encontro é desejado e explorado como único, tornando-o perfeito carpe diem.  Mas o medo ataca, em cada passo sem mim, em cada pensamento futurista, a cada resposta mais demorada, a cada noite longe. Uma dictomia constante cujo remédio, santo e rápido, somos unicamente não eu, nem tu; NÓS.

{  E tu? Que pensas do amor à distância? Já viveste algo assim?  }
And you? What do you think about distance love? Do you live some like that?