Ontem fui correr. Finalmente. Sempre que falava na possibilidade de meter música nos ouvidos e mexer as pernas, assustava-me a imagem das últimas tentativas em que abafava aos primeiros segundos: descobri porquê - tinha a mania que para correr na rua e ficar bem na paisagem, era preciso correr depressa demais. Mas ontem, respirei fundo, aproveitei uma rua com pouco movimento, meti os fones nos ouvidos e comecei a correr muito devagar, com pequenos passos. Ontem consegui correr, sem parar, uns bons 2 quilómetros até casa. Pode parecer uma corrida pequenina mas, para mim, foi uma vitória! Afinal não é assim difícil e mexeu tanto comigo, de uma forma tão inesperada: senti-me magnificamente bem, com vontade de correr cada vez mais nos próximos dias, de ficar tonificada e cada vez mais forte. Mas o mais importante foi o refresh que essa corrida deu na minha pessoa, transformando muito desespero acumulado em força de vontade e muita fé. Afinal, correr limpa mesmo a alma e rejuvenesce os nossos sonhos, a nossa força e capacidade de lutar. Cada vez acredito mais que tudo é possível, que somos heróis de nós mesmos - apesar de sentir que tudo anda a correr mal de mais para os meus lados - e que, com ânimo, o mundo pode ser nosso. Hoje espero calçar novamente as sapatilhas, meter música nos ouvidos e correr ainda mais do que ontem.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
Já conhecem o Fullips?

Lábios volumosos tornaram-se um símbolo de desejo de muitas mulheres, e daí que muitas sejam as cirurgias que atualmente se fazem unicamente direccionadas para estes casos. A pensar nesta preocupação tão feminina apareceu o Fullips: um simples dispositivo que, por sucção, aumenta o volume labial por cerca de 2h, em simples aplicações de 15 minutos.

Já tinha lido uma notícia sobre este objeto à alguns meses, mas só hoje lembrei de divulgar pela curiosidade e criatividade inerente. Se realmente funciona ou não, nunca experimentei nem tenho vontade de o fazer. Mas concordo que este é um método não invasivo, natural e parece-me que sem grandes efeitos prejudiciais para quem o usa (embora ainda se encontre em estudo).
E tu, experimentavas?
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Peixe Dourado
É difícil lutar contra a maré. É difícil ser único no meio dos cardumes, seres especial e teres força para manter essa tua caraterística brilhante mais relevante que as outras. É difícil. Procurar emprego nesta altura, em part time, é assim. O problema está em que, se quero mudar a minha vida, preciso mesmo dele. Preciso da oportunidade. Tenho lutado. Mas - desabafo - às vezes só apetecia cair no chão e desistir. Porém é um sonho e não quero mais tempo nesta tortura que me anda a destruir: o corpo, a alma, o meu mundo.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Feedback Inicial ao que se Canta
Sou uma admiradora da Eurovisão - e não, não é pela qualidade musical, mas sim por todo o deja vu associada à minha infância, a tabelas feitas por mim e pontuações atentas a todos os pormenores. Sim, eu era aquele tipo de criança que nem pestanejava e até o vestuário pontuava! Desta forma, mesmo que deite a língua de fora a mil e uma músicas, a magia do espetáculo Eurovisão está lá.
Não vou negar o meu desespero e vergonha com as músicas de Portugal. Num país onde o fado é património nomeado, entristece-me que ano após ano apenas o pimba prevaleça. Como temos tão bom artista e vai esta pimbalhada cantar? Não quero magoar susceptibilidades de ninguém, mas ano após ano a pontuação foi negativa e valia a pena considerar. Para quem não conhece a nossa representante deste ano, coloco acima o vídeo.
Porém, há sempre na Eurovisão quem não nos deixe sentir tão sós em sustos musicais. Numa mistura nem tanto associado à voz, mas sim à personagem em si, apresento a música polémica da Aústria no vídeo abaixo à esquerda. Já no vídeo da direita apresento similar personagem mas, desta vez, apenas candidata à posição de representante da Rússia (acabou por não conseguir o apoio deste povo, e passou outro grupo ao espetáculo final).
O que me surpreende é que, contrariamente aos outros anos, dei uma vista de olhos rápida a outras participações e gostei muito: acho que este ano vamos ter um investimento com melhor qualidade musical, com capacidade de me acompanhar no iPod diariamente. Ora vejam se não concordam:
Mais, mais...? Agora só em Maio, no derradeiro espetáculo.
terça-feira, 25 de março de 2014
"Bolinhas S/Nome Saborosas"
Não sei se acontece só com o meu curso, mas o segundo semestre do segundo ano tem sido um terror. O tempo encurta, as noitadas aparecem, o stress e os trabalhos acumulados, o desejo de dormir e a certeza que acabar o previsto é impossível. Aliado a isso tenho a minha cabeça, teimosa e sonhadora, a querer perder tempo com os seus planos futuros e sem tempo para tal. E, claro, o blogue fica aqui no meio, demasiado sozinho para o meu gosto.
Um vício que tenho ganho recentemente, nos poucos minutos livres que tenho é - entre chatear o meu cãozarrão - retroceder no tempo na minha box e ver contínuos episódios de Masterchef Austrália (versão adulta e também infantil). Hoje foi mais um dia desses e, não resistindo à masterclass que o instrutor dava, aliada a receitas com muito bom aspeto, decidi aventurar-me e saiu o espécimen acima que nem nome tem.
Designemos como Bolinhas S/Nome Saborosas, seguindo abaixo a receita:
✓ Meia Cebola;
✓ 1 Dente de Alho Grande;
✓ 1 Chávena de Pão Ralado;
✓ Salsa e Salva Q.B.;
✓ 2 Ovos;
✓ Pimenta Branca.
Numa frigideira, dourar em azeite a cebola com o alho picado. Juntar a salva finamente picada. Num recepiente à parte misturar o pão ralado com a salsa. Misturar os dois preparados e juntar a estes 2 ovos e pimenta branca a gosto. Amassar com as mãos, formar pequenas bolinhas e meter a fritar. Escorrer em papel absorvente e servir.
No meu caso pessoal, substituí a pimenta branca por preta e não usei salva. Ficou muito bom mas, se fosse agora, reduzia na cebola; é um sabor forte que acaba por nos acompanhar muito tempo ao longo do dia. Espero que experimentem e que gostem da sugestão.
Designemos como Bolinhas S/Nome Saborosas, seguindo abaixo a receita:
✓ Meia Cebola;
✓ 1 Dente de Alho Grande;
✓ 1 Chávena de Pão Ralado;
✓ Salsa e Salva Q.B.;
✓ 2 Ovos;
✓ Pimenta Branca.
Numa frigideira, dourar em azeite a cebola com o alho picado. Juntar a salva finamente picada. Num recepiente à parte misturar o pão ralado com a salsa. Misturar os dois preparados e juntar a estes 2 ovos e pimenta branca a gosto. Amassar com as mãos, formar pequenas bolinhas e meter a fritar. Escorrer em papel absorvente e servir.
No meu caso pessoal, substituí a pimenta branca por preta e não usei salva. Ficou muito bom mas, se fosse agora, reduzia na cebola; é um sabor forte que acaba por nos acompanhar muito tempo ao longo do dia. Espero que experimentem e que gostem da sugestão.
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