terça-feira, 22 de outubro de 2013

ZzzZzzZzz


São exatamente 2h22 e, após muita picuinhice a fazer o Power Point de Bioquímica, vou-me deitar para daqui a pouco mais de 3 horas voltar a erguer o corpo à vida. Apesar do pequeno bocado de sono que me embalará, sinto-me contente por hoje - por mais assustador que seja - ter o som do vento bravo como banda sonora dos meus sonhos. Aconchegada nas mantas sinto que nada, nem ninguém, me pode vencer. Nem mesmo os monstros debaixo da cama.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

DIY | Mini Mala das Nuvens

Sou uma amante gigante de DIYs. Apesar de não praticar muito, por falta sempre de algum material, fico apaixonada por mim e um projetos que prometo, rapidamente, realizar... mesmo que passe tempo e mais tempo. Uma boa prova disso é a minha conta Pinterest, onde tenho álbuns e mais álbuns organizados por tema de DIY (podem encontrar a minha conta nesses quadradinhos aí ao lado). Desta feita, arranjei mais um projeto a que prometi não fugir: esta magnífica mala totalmente nas nuvens!


Toda a explicação e materiais podem ser encontrados AQUI.
 Tentem, toca a dar asas aos vossos dons! 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Cafeína


A máquina de café, exatamente ao meu lado esquerdo, a dois passos de distância, não funciona. Estou a morrer de sono, e não funciona. O homem já veio aqui duas vezes arranjar hoje, e não funciona. O meu sangue precisa de cafeína, e não funciona. Porra. Adoro café.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Fico (Um Pouco Grande) de Cabelos em Pé!

 Se há algo que não gosto de sentir no mundo blogueiro é uma visita sem leitura. 
Quer dizer... se visitamos algum blogue é porque o queremos ler, não? E se comentamos, é porque lemos a publicação e temos algo a referir, o nosso apoio a dar, o debate de algo na ponta da língua. Porém, e não critico com maldade, sinto inúmeras vezes na pele comentários que nada têm a ver com o que me esforcei a expôr, como se fosse um frete comentar o que foi feito com trabalho mas uma óptima ideia tal movimento para receber mais um ou outro comentário no blogue do outrem. Compreendo que muitas são as vezes que queremos retribuir visitas, que o tempo escoa, mas até que ponto isso é saudável mentalmente, a quem comenta ou é comentado? Eu leio todos os quanto visito com prazer, nem que seja na diagonal em dias mais apressados, mas tento sempre dar o meu parecer, o meu contributo... e assim sinto-me grande; sinto que naquele momento de leitura cresci sempre mais um degrau acima.

Uma Questão Mais que Animal... diria Humana!

Nos últimos anos sinto que o meu contacto com o vegetarianismo expandiu-se bastante: tanto no mundo blogueiro como no meu mundo quotidiano, foram várias as pessoas que demonstraram o seu amor aos produtos vegetais. No meu sincero íntimo, perguntei-me várias vezes: porquê? Cá em casa há criação de galinhas, já houve de coelhos, e nesta vida humilde e em paz com os pobres animais, nunca me senti a desrespeitar a sua natureza, pelo que o meu amor por refeições de carne, leite e ovos nunca teve pontos que o deitassem abaixo. A minha mãe sempre tratou da morte dos pequenos animais, algo rápido e pouco doloroso (diria, numa linguagem que desta forma parece fria demais mas não com tal intenção). Então sublinhava a minha pergunta: porquê, porquê, porquê?

  

A meu ver, pelo menos pelo verificado em casa, cada um apenas seguia o seu destino na alimentação, do modo mais correto. Porém, há umas horas atrás, tudo mudou um pouco com uma publicação virtual que li: com ela, não digo que correrei a alterar o meu regime alimentar; acho isso pouco provável, sendo eu apreciadora nata de carne e pouco consumidora de vegetais em massa. Mas fiquei triste, realmente triste.
A publicação que li deu, talvez, um pouco de entendimento à minha questão. Percebi que as questões envolvidas nesta escolha talvez não fossem puramente uma mania de cada um, uma questão de dietas mais ou menos saudáveis... que tem, como sempre, uma quanta parte de relação à atitude cruel do Homem. Percebi com esta publicação que as práticas morais da minha mãe, que tanto me pareciam naturais à alimentação, passam ao absurdo quando outras mãos humanas se apoderam dos animais e os torturam, simplesmente. Percebi isso com estremecimentos a declarações como estas, chocantes e assustadoras (não aconselho o vídeo nem as declarações a quem for mais sensível):



"Uma vez eu levei a minha faca – afiada o suficiente – e cortei a ponta do
nariz de um porco, como um pedaço de mortadela. O porco foi à loucura por
alguns segundos. Em seguida, ele apenas ficou lá olhando, como um estúpido.
Daí, eu peguei um punhado de sal e salmoura e triturei em seu nariz. Aí sim,
o porco realmente enlouqueceu, esfregando o nariz em todo o lugar. Eu ainda
tinha um monte de sal na minha mão – estava usando uma luva de borracha – e
eu enfiei o sal no rabo do porco. O pobre do porco não sabia o que fazer.”
.
“Eu já arrastei vacas até que seus ossos começassem a quebrar, enquanto
elas ainda estavam vivas. Quando as estou trazendo até o canto e elas
ficam presas na porta de entrada, puxo até que sua pele seja rasgada, até
que o sangue escorra no concreto e ferro. Quebro suas pernas…. E a vaca chora
com sua língua pendurada. Eles puxam os animais até que seus pescoços quebrem.”
(MAIS AQUI.)

Não consigo colocar mais nada aqui. Mais nenhum dos testemunhos que li. Preenche-me neste momento uma tristeza enorme, um sofrimento íntimo pela crueldade do mundo. Um pesar de sofrimento e vergonha por uma raça que não sabe prezar a vida, as vidas. Só penso.