domingo, 29 de setembro de 2013

É um X que te define!

"Eu não vou votar. Não gosto da situação do país, vou lá fazer o quê? Fica tudo igual."
Esta deve ser a atitude mais sentida nos últimos tempos... pelo menos aquela que mais me é apresentada entre a minha situação etária. Estamos todos descontentes com a crise, com a vida, com as mentiras, com os roubos, com as culpas não culpadas sobre os erros dos políticos, com a desilusão, mas não votar...? Não votar não é assinar um "NÃO" ao que vivemos; não votar é mostrar exatamente o modo como estamos contentes e despreocupados com a situação. Se a situação que vivo não me agrada, porquê ficar sentado na cadeira, na data única em que posso mudar um pouquinho tudo?

 Votem. Não é somente um direito. É a tua identidade. 
Ainda não votei, mas ainda sairei de casa, no meio de toda esta chuva, para mostrar o que quero.

sábado, 28 de setembro de 2013

É barato e fresquinho!

Eu tinha um Nokia. Era realmente um tesouro que guardava entre mãos, pois fora oferecido por amigos meus do secundário na minha data de aniversário: uma surpresa fantástica, de amigos únicos que só queriam que renunciasse a Uzo e viesse falar com eles de braço dado à Vodafone. Assim foi, após tal maquineta e cartão na minha mão. A tristeza chegou quando este ano, no final de Agosto, me roubaram tal peça rara.
Desde aí as minhas procuras foram intensas por um telemóvel barato, touchscreen, com funcionalidades eficientes e um design de linhas simples: cá me apareceu hoje, num senhor de encomendas, o meu Vodafone Smart Mini.


O nome, a marca, o preço (79€99, apesar de ter comprado a 54€00 após compra por Internet e utilização de pontos Vodafone)... parecem deixar a desejar. Porém, como consumidora exigente, pesquisei por marcas de muito mais renome, por preços mais extravagantes, e comparando definição com definição este tinha um preço inatingível para as capacidades que guardava. Ainda pouco contacto tenho com este Android, mas tenho grandes esperanças nele. E agora...  já posso criar um Instagram, YEAH! 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A tratar da Quintinha

Pronto... Eu admito... Sou daquelas pessoas que ainda joga Farmville. Mas ATENÇÃO: só jogo o 2 - mais recente -, visto que o 1 se tornou algo sem piada alguma, com tratores inovadores e maquinetas estranhas. Já joguei, parei de jogar, retomei. Já persegui e ainda persigo o feed de jogos dos meus amigos para ter todas as peças que preciso. Já procurei cheats para ser mais rápida. Uma pouca vergonha!

A quem quiser visitar a minha quintinha, que apite.

Cara Lavada

Volto, e de cara nova como prometido pelas bandas do Facebook. Com um design verde refrescante e também mais leve - pelo menos assim o sinto - espero regressar de olhos e coração lavados, principalmente após tanto desejo de mudar meia vida neste Verão e nada ter funcionado: precisava de um emprego, e nada ou pouco conseguido; fiz novamente os exames nacionais e correu horrivelmente mal; Medicina ficou novamente para trás, roubando mais uma vez um sonho profundo e também a possibilidade de uma independência que desejo cada vez mais. Mas como sempre digo... tudo acaba bem no fim e, se ainda não está bem, é porque não é o fim.


Acima as imagens do antigo layout que nos abraçou durante meses: deixa saudade mas um blogue, tal como qualquer ser vivo inteligente, precisa de trocar de roupa de vez em quando.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Voltei e Ups... Toda a Gente Sabe!

Voltei no sábado e só queria regressar. Foram várias as manhãs que acordei, com a quase certeza de que estava na minha cama em casa e, quando olhava para o lado e via o G. sentia-me somente no paraíso. Mas agora voltou tudo: a distância, a saudade, as zangas e preconceitos. Os meus pais não quiseram contar a ninguém da minha semana fora e andaram a inventar outras histórias, para encobrir... porém, como tudo nos dias de hoje, uma foto publicada pelo G. inocentemente já denunciou tudo. Não me preocupei minimamente, na verdade. Começo a habituar-me mas incomodou-me o modo frustrado como a minha mãe disse «Já toda a gente sabe que estives-te na Rocha com ele.» e como as minhas tias comentavam uma vida que já não entendem. Valeu-me uma prima minha, já casada, que apenas disse: «Não ligues. É tudo parolada, pequena. Vive.». E assim seguirei. Até porque, depois de ouvir palavras de familiares que criticavam paixões vivas e fogosas, agradeci ao meu pequeno coração mais que apaixonado pela força que tem.