Já conhecem o vídeo de promoção da Feira do Fumeiro de Montalegre? Aconselho, é uma autêntica paródia de riso. Quem vai?
domingo, 20 de janeiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
Where's Wally?
Encontrei esta camisola algures e adorei. Gostava de saber onde há hisponível.
São difidéis mas existem, basta querer encontrar.
Chamo-lhe AMOR
É tão bom acordar com as tuas surpresas, após chamadas de mimo sonolento:
«O sofrimento, a dor, a despedida, a perda… São
mesmo coisas que não deviam existir. Um amor tão
forte… tão forte, mas doloroso. Uma linda novela
com o fim desconhecido onde nós próprios somos
personagens. Lágrimas, sombras, escuridão,
nevoeiro… São mesmo pedras no nosso sapato, de um
amor mágico, mas cruel. Mas… Basta pensar em ti.
Penso em ti e a minha respiração pára, são
instantes completamente sufocantes, onde o tempo
estagna e eu permaneço sempre em ti.
Lembro-me do desconhecido, do que fiquei a
conhecer, da tua pele, do teu cheiro, do sabor dos
teus lábios, de quando virámos os dois costas e
partimos, tristes e indignados com a vida, porque
queríamos mais, muito mais. Somos, digamos,
prisioneiros da vida, que não nos quer ligar já
com aquilo que o destino nos traçou. Estamos
condenados presentemente, porém, amamo-nos
loucamente. Somos completamente apaixonados.
Arriscamos, damos tudo de nós, toda a nossa força
para ultrapassar qualquer obstáculo ou qualquer
situação menos boa. Não temos dúvidas do que
queremos. Vale-nos de muito a memória, o jeito de
como te ris, o teu calor, o teu olhar maroto e
também o envergonhado, as coisas mais simples, mas
também, mais verdadeiras.
O que sinto por ti o que pode ser senão amor? É
mesmo amor, eu sinto. Dás-me vida. É contigo que
sinto ser quem realmente sou. Enches-me de
orgulho. És simplesmente tu, o meu amor. É contigo
que quero partilhar todos os momentos da minha
vida. Eu amo-te.»
(escrito por G.)
sábado, 12 de janeiro de 2013
Enchi o saco!
Hoje (sexta-feira, 11) foi, inesperadamente, um dia de compras. E nada melhor para o dia correr bem do que um shooping cheio de saldos surpreendentes, principalmente em artigos que há muito ansiámos. E falo exatamente deste vestido, que há tanto, tanto, tanto me enchia os olhos!
As peripécias que já passei por ele: percorri várias lojas, encontrei apenas numa em tamanhos XS e L - nada que me sirva -, desesperei, pensei numa compra online, estava praticamente a desistir. Quando encontrei-o exatamente nesta mesma data. QUE ALEGRIA. Ainda nas compras e a preços fantásticos consegui outros artigos.
Vim de saco cheio e coração quente e vaidoso.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O teu mundo no Papel
Sou do mais picuinhas que podem imaginar: e penso que tal até é visível no próprio design do blogue, que já me deu umas tremendas dores de cabeça. Esta picuinhice sempre me acompanhou desde pequena - desde os momentos em que colocava a língua no canto da boca a fazer os meus primeiros desenhos até aos dias atuais. Digo-vos, com bastante veracidade, que carregar nos ombros a mania de fazer tudo direitinho e perfeitinho não é grande qualidade; por vezes é um grande defeito, pois quero despachar-me e contra a minha teimosia interior do tudo-mais-que-direitinho não consigo acabar nada a tempo.
Perante tal situação pessoal, nunca conseguia - embora tanto ambicionasse - ter um caderno para tudo aquilo que me vinha à cabeça, todas as ideias, todos os projetos e sonhos, todas as palavras prontas a saltar do coração e todos os meus esboços de desenhos. Sempre que começava um, via que aquele tipo de letra estava feio, que este desenho estava mal centrado, que... TUDO! Mas, não sei bem como, ultimamente tenho conseguido carregar comigo um caderno bem bonito e profissional, muito pessoal, e que me tem deixado libertar a alma sem limites. E, admito, é a melhor sensação do mundo. Estou um pouquinho mais realizada.
E vocês:
têm algum caderninho-companheiro ou sofrem do mesmo que sofria? Ou não são dados a tal?
Subscrever:
Mensagens (Atom)



